Técnico Bernardinho
Paulo Leminski, Alice Ruiz e as filhas Áurea e Estrela"eu
quando olho nos olhos
sei quando uma pessoa
está por dentro
ou está por fora
quem está por fora
não segura
um olhar que demora
de dentro do meu centro
este poema me olha"
Paulo Leminski
"voltando com amigos
o mesmo caminho
é mais curto"
Alice Ruiz
Hein? Teve jogo ontem? Não tô sabendo, Thaila.....ahhh claro, o vôlei né!! rs Ganhar dos caras na casa deles. E nosso time todo renovado, monte de garotos. Sensacional esse Bernardinho, um exemplo não de "brasilidade" ou bobagens desse tipo. O indivíduo, sempre o indivíduo!!! O indivíduo porém não isolado, mas individuado, como propôs o mestre Jung, meu pai-de-santo (embora eu seja um filho nada santo rs). O indivíduo que traz o coletivo em si, mas que está sempre à frente do rebanho, o futuro do rebanho já é passado para nós, não se deixar arrastar nunca. E por isso ser capaz de liderar, inspirar, motivar, sempre em busca da sempre impossível perfeição. Bernardinho é assim, que sejamos um pouco mais "bernardinhos" com os jogos e campeonatos de nossa vida.
Teve mais algum jogo ontem? kkkkkkk Como? Não ouvi direito. Ah é, Campeonato Brasileiro......deixa pra lá né, melhor pra nós dois rsrs.
O que queria hoje é apenas cumprir o que te disse ontem que faria rs.
O indivíduo, Thaila, o indivíduo!! Sem precisar de devaneios, eles são bons pra poesia, não pra vida. A vida não é fantasia, embora alimento de todas as fantasias, mesmo as mais dilaceradas, dolorosas e abstrusas. É a vida falando e sonhando pelos seus abençoados e desgraçados, somos a classe proletária da energia orgônica universal, o sujeito revolucionário da História de nossa própria existência.
Sem acomodações, sem facilidades do tipo "barato que sai caro", sem a tentação de atalhos que dão em lugar nenhum.
Basta ouvir nossos mitos propulsores, e dizer sim a eles, não se deixar jamais aprisionar na pequenez do egozinho que acha que já tá tudo bom do jeito como tá. Viajar aos acordes nirvânicos do Si-mesmo, e o Si-mesmo, disse meu pai-de-santo amado, é sempre uma derrota para o ego.
Dessas derrotas nascem novas rotas. Nasce a liberdade, e dela, para além de toda carência, mas não de todo desejo, certamente nascem os amores e amizades, as que nós precisamos, menina linda, não fiques ansiosa de procurar o que é teu desde sempre. Busca o centro de teu dentro, o resto vem nos tempos e ritmos do mistério que não nos pertence e que apenas somos.
de dentro do meu centro
este poema me olha"
Paulo Leminski
"voltando com amigos
o mesmo caminho
é mais curto"
Alice Ruiz
Hein? Teve jogo ontem? Não tô sabendo, Thaila.....ahhh claro, o vôlei né!! rs Ganhar dos caras na casa deles. E nosso time todo renovado, monte de garotos. Sensacional esse Bernardinho, um exemplo não de "brasilidade" ou bobagens desse tipo. O indivíduo, sempre o indivíduo!!! O indivíduo porém não isolado, mas individuado, como propôs o mestre Jung, meu pai-de-santo (embora eu seja um filho nada santo rs). O indivíduo que traz o coletivo em si, mas que está sempre à frente do rebanho, o futuro do rebanho já é passado para nós, não se deixar arrastar nunca. E por isso ser capaz de liderar, inspirar, motivar, sempre em busca da sempre impossível perfeição. Bernardinho é assim, que sejamos um pouco mais "bernardinhos" com os jogos e campeonatos de nossa vida.
Teve mais algum jogo ontem? kkkkkkk Como? Não ouvi direito. Ah é, Campeonato Brasileiro......deixa pra lá né, melhor pra nós dois rsrs.
O que queria hoje é apenas cumprir o que te disse ontem que faria rs.
O indivíduo, Thaila, o indivíduo!! Sem precisar de devaneios, eles são bons pra poesia, não pra vida. A vida não é fantasia, embora alimento de todas as fantasias, mesmo as mais dilaceradas, dolorosas e abstrusas. É a vida falando e sonhando pelos seus abençoados e desgraçados, somos a classe proletária da energia orgônica universal, o sujeito revolucionário da História de nossa própria existência.
Sem acomodações, sem facilidades do tipo "barato que sai caro", sem a tentação de atalhos que dão em lugar nenhum.
Basta ouvir nossos mitos propulsores, e dizer sim a eles, não se deixar jamais aprisionar na pequenez do egozinho que acha que já tá tudo bom do jeito como tá. Viajar aos acordes nirvânicos do Si-mesmo, e o Si-mesmo, disse meu pai-de-santo amado, é sempre uma derrota para o ego.
Dessas derrotas nascem novas rotas. Nasce a liberdade, e dela, para além de toda carência, mas não de todo desejo, certamente nascem os amores e amizades, as que nós precisamos, menina linda, não fiques ansiosa de procurar o que é teu desde sempre. Busca o centro de teu dentro, o resto vem nos tempos e ritmos do mistério que não nos pertence e que apenas somos.
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