domingo, julho 28, 2013

o "clássico" da luta de classes


A vulgaridade das vadias ontem, ao profanar imagens de fé, está longe de ser acidental. Apenas revela, em seu grotesco nível, intenções profundas dessa cambada, sob o bom pretexto da causa das mulheres, em si mesma justíssima, afinal a minha liberdade acaba onde começa a do outro, mesmo de um bebezinho, à vida e dignidade . 
A ópera de horrores de ontem em Copacabana é parte de uma orquestração mais ampla, tão nojenta quanto, de erradicação das raízes morais e espirituais da civilização ocidental. Alguns analistas designam este movimento como 'marxismo cultural". Vou investigar isso mais a fundo. Por ora, quero registrar uma breve anotação que fiz ontem no facebook:
Até o marxista, quando chama Marx, Lukács e Adorno de "clássicos", sabe que a sociedade, as pessoas, a vida, se organizam por classes, ontem, hoje e sempre. Hierarquias segundo não só a quantidade de renda, mas qualidade de caráter, de honradez, de originalidade, de carisma. Nenhum processo de "planificação" estatal (hierarquia dos "iluminados" amigos do Povo!) irá erradicar o paradoxo, a contradição, a ironia do destino, como esta, de se chamar de "clássico" um autor que arrota (como forma de lucro para si mesmo e sua vaidade) a eliminação das classes.
-Unzuhause-